{"id":13427,"date":"2022-01-12T13:58:43","date_gmt":"2022-01-12T13:58:43","guid":{"rendered":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/?p=13427"},"modified":"2022-01-12T14:01:40","modified_gmt":"2022-01-12T14:01:40","slug":"nivel-dos-reservatorios-melhora-mas-ainda-nao-alivia-conta-de-luz","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2022\/01\/12\/nivel-dos-reservatorios-melhora-mas-ainda-nao-alivia-conta-de-luz\/","title":{"rendered":"N\u00edvel dos reservat\u00f3rios melhora, mas ainda n\u00e3o alivia conta de luz"},"content":{"rendered":"<h4 class=\"news-subheadline\" style=\"text-align: justify;\">A previs\u00e3o \u00e9 de que as tarifas v\u00e3o continuar pesando no bolso dos brasileiros<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Nivel-dos-reservatorios-melhora-mas-ainda-nao-alivia-conta-de-luz.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-13431\" src=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Nivel-dos-reservatorios-melhora-mas-ainda-nao-alivia-conta-de-luz.jpg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"1080\" srcset=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Nivel-dos-reservatorios-melhora-mas-ainda-nao-alivia-conta-de-luz.jpg 1920w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Nivel-dos-reservatorios-melhora-mas-ainda-nao-alivia-conta-de-luz-300x169.jpg 300w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Nivel-dos-reservatorios-melhora-mas-ainda-nao-alivia-conta-de-luz-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Nivel-dos-reservatorios-melhora-mas-ainda-nao-alivia-conta-de-luz-768x432.jpg 768w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Nivel-dos-reservatorios-melhora-mas-ainda-nao-alivia-conta-de-luz-1536x864.jpg 1536w\" sizes=\"(max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span class=\"news_capital_letter\">A<\/span>s chuvas registradas em diversas regi\u00f5es desde meados de outubro j\u00e1 se refletem no n\u00edvel de armazenamento dos principais reservat\u00f3rios do Pa\u00eds, mas ainda \u00e9 cedo para assumir uma postura de &#8220;tranquilidade&#8221; para o setor el\u00e9trico, dizem especialistas ouvidos pelo <strong>Estad\u00e3o\/Broadcast<\/strong> (sistema de not\u00edcias em tempo real do Grupo Estado). J\u00e1 para os consumidores, a melhora n\u00e3o deve ser percept\u00edvel nos pr\u00f3ximos meses, pois n\u00e3o resultar\u00e1 em um al\u00edvio imediato nas contas de luz. A previs\u00e3o \u00e9 de que as tarifas v\u00e3o continuar pesando no bolso dos brasileiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2021, o Pa\u00eds vivenciou a pior escassez nos \u00faltimos 91 anos. A situa\u00e7\u00e3o mais grave foi no subsistema das regi\u00f5es Sudeste e Centro-Oeste, considerado a &#8220;caixa d&#8217;\u00e1gua&#8221; do setor el\u00e9trico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em janeiro passado, o n\u00edvel dos reservat\u00f3rios era de 23,36% da capacidade total, e chegou a cair para 16,75% em setembro. Agora, pelos dados mais recentes do Operador Nacional do Sistema El\u00e9trico (ONS), a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 de que cheguem ao fim de janeiro com 40% de capacidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A previs\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 positiva para outras regi\u00f5es. A expectativa \u00e9 de que, no fim deste m\u00eas, os reservat\u00f3rios atinjam 73,2% de capacidade no Norte e 70,2% no Nordeste. J\u00e1 no Sul, as proje\u00e7\u00f5es indicam um n\u00edvel menor do que o registrado nos \u00faltimos meses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Os reservat\u00f3rios est\u00e3o subindo, como sabemos est\u00e1 chovendo em v\u00e1rias regi\u00f5es do Pa\u00eds. Mas temos de esperar o final do per\u00edodo \u00famido, mar\u00e7o ou abril, para termos essa tranquilidade. Por ora, podemos dizer que os reservat\u00f3rios est\u00e3o se recuperando bem&#8221;, avalia o diretor-geral do ONS, Luiz Carlos Ciocchi.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Apag\u00e3o fora do mapa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na mesma linha, o chefe do centro de an\u00e1lise e previs\u00e3o do tempo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Francisco Diniz, avalia que \u00e9 cedo para uma an\u00e1lise, mas que os reservat\u00f3rios tiveram uma boa recupera\u00e7\u00e3o. Ele explica que deve haver uma estiagem nos pr\u00f3ximos dias em regi\u00f5es onde h\u00e1 reservat\u00f3rios que atendem ao setor el\u00e9trico, mas que n\u00e3o se prolongar\u00e1 por muito tempo, e as chuvas devem voltar a acontecer no fim de janeiro e se intensificar ao longo do pr\u00f3ximo m\u00eas. &#8220;Creio que vai ter um favorecimento melhor para frente para as regi\u00f5es que t\u00eam reservat\u00f3rios&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Grupo de Estudos do Setor El\u00e9trico (Gesel), Nivalde de Castro, afirma que a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 melhor do que no ano passado e, considerando o cen\u00e1rio atual, n\u00e3o h\u00e1 risco de desequil\u00edbrio entre oferta e demanda de energia. Contribuem para isso, segundo ele, as chuvas, a amplia\u00e7\u00e3o da capacidade instalada de gera\u00e7\u00e3o de energia, com o in\u00edcio da opera\u00e7\u00e3o de novos projetos, que v\u00e3o injetar mais energia para atender os consumidores, e o n\u00edvel fraco da atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A oferta de energia cresceu. Em quest\u00e3o de armazenamento, pois est\u00e1 chovendo, e pela amplia\u00e7\u00e3o da capacidade instalada do sistema, com novas plantas, principalmente e\u00f3lica e solar. Por outro lado, a demanda n\u00e3o vai crescer, por conta da crise econ\u00f4mica. Do ponto de vista do equil\u00edbrio, o risco de apag\u00e3o saiu do mapa. O problema agora \u00e9 o custo&#8221;, afirma. &#8220;Est\u00e1 chovendo bastante, essas trag\u00e9dias que aconteceram no Pa\u00eds indicam isso, e essa chuva \u00e9 t\u00e3o volumosa que \u00e9 suficiente para atender \u00e0 demanda e sobra \u00e1gua nos reservat\u00f3rios.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As condi\u00e7\u00f5es de atendimento do sistema el\u00e9trico ser\u00e3o analisadas hoje pelo Comit\u00ea de Monitoramento do Setor El\u00e9trico (CMSE). Na reuni\u00e3o mais recente, em dezembro, o colegiado, presidido pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, manteve algumas medidas excepcionais para garantir o atendimento da popula\u00e7\u00e3o em 2022.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contudo, o grupo optou por limitar a gera\u00e7\u00e3o de energia por t\u00e9rmicas e a importa\u00e7\u00e3o de energia a 15 mil megawatts m\u00e9dios (MW m\u00e9dios) ao longo de dezembro. A decis\u00e3o, segundo o governo, d\u00e1 prioridade para o acionamento de usinas mais baratas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Medidas deixam rombo para o consumidor<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As medidas adotadas pelo governo para evitar apag\u00f5es e racionamento no ano passado afastaram o risco de problemas no fornecimento de energia, mas tiveram um alto custo para os consumidores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme mostrou o <strong>Estad\u00e3o\/Broadcast<\/strong>, somente o uso de usinas t\u00e9rmicas e a importa\u00e7\u00e3o de energia da Argentina e do Uruguai custaram R$ 16,8 bilh\u00f5es at\u00e9 outubro. Mesmo a cria\u00e7\u00e3o de uma bandeira mais cara, a escassez h\u00eddrica, n\u00e3o foi suficiente para cobrir todos os gastos e ser\u00e1 necess\u00e1rio um novo aporte financeiro. O empr\u00e9stimo evitar\u00e1 um tarifa\u00e7o neste ano, mas ser\u00e1 pago com juros no futuro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema El\u00e9trico (ONS), Luiz Carlos Ciocchi, reconhece que as tarifas n\u00e3o devem ser barateadas no curto prazo. &#8220;A bandeira escassez h\u00eddrica j\u00e1 est\u00e1 planejada at\u00e9 abril e cobre custos j\u00e1 incorridos. Se terminarmos a esta\u00e7\u00e3o chuvosa em bons n\u00edveis, a\u00ed, sim, teremos um custo menor durante o ano&#8221;, explicou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os recursos arrecadados via bandeiras tarif\u00e1rias at\u00e9 abril ser\u00e3o utilizados para cobrir os custos das a\u00e7\u00f5es referentes aos meses de setembro, outubro e novembro, que totalizam R$ 8,6 bilh\u00f5es, e o d\u00e9ficit registrado antes da cria\u00e7\u00e3o do novo patamar &#8211; que contabiliza R$ 5 bilh\u00f5es at\u00e9 julho. O problema, no entanto, se prolongou. De acordo com dados da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel), a conta acumula um rombo de R$ 12,35 bilh\u00f5es at\u00e9 novembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal <strong>O Estado de S. Paulo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: <a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/economia\/1875434\/nivel-dos-reservatorios-melhora-mas-ainda-nao-alivia-conta-de-luz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Not\u00edcias ao Minuto<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A previs\u00e3o \u00e9 de que as tarifas v\u00e3o continuar pesando no bolso dos brasileiros As chuvas registradas em diversas regi\u00f5es desde meados de outubro j\u00e1 se refletem no n\u00edvel de armazenamento dos principais reservat\u00f3rios do Pa\u00eds, mas ainda \u00e9 cedo para assumir uma postura de &#8220;tranquilidade&#8221; para o setor el\u00e9trico, dizem especialistas ouvidos pelo Estad\u00e3o\/Broadcast<a class=\"moretag\" href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2022\/01\/12\/nivel-dos-reservatorios-melhora-mas-ainda-nao-alivia-conta-de-luz\/\"> [&#8230;]<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":13431,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13427"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13427"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13427\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13432,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13427\/revisions\/13432"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13431"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13427"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13427"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13427"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}