{"id":13552,"date":"2022-01-19T11:47:49","date_gmt":"2022-01-19T11:47:49","guid":{"rendered":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/?p=13552"},"modified":"2022-01-19T12:16:41","modified_gmt":"2022-01-19T12:16:41","slug":"em-7-anos-conta-de-energia-eletrica-sobe-mais-do-que-o-dobro-da-inflacao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2022\/01\/19\/em-7-anos-conta-de-energia-eletrica-sobe-mais-do-que-o-dobro-da-inflacao\/","title":{"rendered":"Em 7 anos, conta de energia el\u00e9trica sobe mais do que o dobro da infla\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h4 class=\"news-subheadline\">Al\u00e9m das corre\u00e7\u00f5es anuais nas tarifas, os \u00faltimos anos t\u00eam sido marcados pela cria\u00e7\u00e3o de novos encargos e custos diretamente repassados para os consumidores<\/h4>\n<div class=\"news-main-image \"><picture><source srcset=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com.br\/640\/naom_612890dea6084.jpg\" media=\"(max-width: 640px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com.br\/960\/naom_612890dea6084.jpg\" media=\"(max-width: 960px)\" \/><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive \" src=\"https:\/\/media-manager.noticiasaominuto.com.br\/1920\/naom_612890dea6084.jpg\" alt=\"Em 7 anos, conta de energia el\u00e9trica sobe mais do que o dobro da infla\u00e7\u00e3o\" \/> <\/picture><\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-lg-12 col-md-12 col-sm-6 col-xs-6\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row news-info-container no-margin\">\n<div class=\"col-lg-6 col-md-6 col-sm-6 col-xs-12 no-padding\">\n<p class=\"news-info-tag\">\n<\/div>\n<div class=\"col-lg-6 col-md-6 col-sm-6 hidden-xs no-padding\">\n<div class=\"news-social\">\n<p class=\"fb-like fb_iframe_widget\" style=\"text-align: justify;\" data-href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/economia\/1877259\/em-7-anos-conta-de-energia-eletrica-sobe-mais-do-que-o-dobro-da-inflacao?utm_medium=social&amp;utm_source=facebook.com&amp;utm_campaign=buffer\" data-layout=\"button\" data-action=\"like\" data-size=\"small\" data-show-faces=\"true\" data-share=\"false\">\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row news-main-text-container\">\n<div class=\"col-lg-12 col-md-12 col-sm-12 col-xs-12\">\n<div class=\"news-main-text\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span class=\"news_capital_letter\">D<\/span>esde 2015, a conta de luz dos brasileiros subiu mais do que o dobro da infla\u00e7\u00e3o. Dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), obtidos com exclusividade pelo <em>Estad\u00e3o\/Broadcast<\/em>, apontam que a tarifa residencial acumula alta de 114% &#8211; ante 48% de infla\u00e7\u00e3o no mesmo per\u00edodo, uma diferen\u00e7a de 137%. Al\u00e9m das corre\u00e7\u00f5es anuais nas tarifas, os \u00faltimos anos t\u00eam sido marcados pela cria\u00e7\u00e3o de novos encargos e custos diretamente repassados para os consumidores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O aumento nos \u00faltimos anos resulta do crescimento de encargos e subs\u00eddios (desconto a um setor ou um grupo, com custo dividido com os demais), da necessidade de usar termoel\u00e9tricas, que geram energia mais cara, e do modelo de contrata\u00e7\u00e3o de energia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Respons\u00e1vel pelo levantamento, o vice-presidente de energia da Abraceel, Alexandre Lopes, ressalta que, em momentos de falta de chuvas, como em 2021, o custo tende a aumentar, principalmente, para os consumidores residenciais. O impacto para os que atuam no mercado livre &#8211; onde a energia \u00e9 negociada diretamente com as geradoras &#8211; \u00e9 menor. Nos \u00faltimos sete anos, os pre\u00e7os neste ambiente oscilaram 25% abaixo da infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Temos custos de 2021 ainda n\u00e3o repassados para as tarifas. Ent\u00e3o, devemos ter um aumento acima da infla\u00e7\u00e3o em 2022. Quando o novo empr\u00e9stimo ao setor el\u00e9trico come\u00e7ar a ser pago, impactar\u00e1 ainda mais as tarifas. Ent\u00e3o, parte desses custos da crise ser\u00e1 neste ano, e outras parcelas nos pr\u00f3ximos anos&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O levantamento considera os dados desde 2015, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, logo ap\u00f3s o Tesouro Nacional interromper repasses bilion\u00e1rios para a Conta de Desenvolvimento Energ\u00e9tico (CDE), fundo setorial cujos recursos s\u00e3o rateados entre todos os consumidores para bancar subs\u00eddios para algumas categorias. Conforme o ex-diretor da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel) Edvaldo Santana, o corte levou a um &#8220;tarifa\u00e7o&#8221; de 25% em fevereiro de 2015, e n\u00e3o parou mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sem refresco<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;N\u00e3o ter\u00e1 refresco, pelo menos nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos. No Or\u00e7amento de 2022 h\u00e1 um aumento de quase 25% na conta que banca os subs\u00eddios. E vai crescer muito mais at\u00e9 2025&#8221;, disse Santana. Ele cita que os recursos para custear, por exemplo, a expans\u00e3o da rede solar e e\u00f3lica at\u00e9 2025 mais do que dobrar\u00e3o &#8211; de R$ 11 bilh\u00f5es, em 2022, para R$ 23 bilh\u00f5es em 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ex-presidente da Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE) e professor de planejamento energ\u00e9tico da UFRJ, Maur\u00edcio Tolmasquim ressalta que outras medidas aprovadas no Congresso tamb\u00e9m devem ter impacto negativo sobre o consumidor. Entre elas, a contrata\u00e7\u00e3o de t\u00e9rmicas a g\u00e1s onde n\u00e3o h\u00e1 infraestrutura para escoar o insumo, a cria\u00e7\u00e3o de uma reserva de mercado para pequenas centrais hidrel\u00e9tricas e a prorroga\u00e7\u00e3o de contratos de usinas antigas do Programa de Incentivo \u00e0s Fontes Alternativas de Energia El\u00e9trica (Proinfa).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Esses &#8216;jabutis&#8217;, fruto da a\u00e7\u00e3o de lobbies no Congresso e referendados pelo governo, ter\u00e3o forte impacto sobre o custo futuro da energia&#8221;, afirmou Tolmasquim. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal <strong>O Estado de S. Paulo.<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p>Fonte:<a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/economia\/1877259\/em-7-anos-conta-de-energia-eletrica-sobe-mais-do-que-o-dobro-da-inflacao\"> Noticias ao Minuto<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Al\u00e9m das corre\u00e7\u00f5es anuais nas tarifas, os \u00faltimos anos t\u00eam sido marcados pela cria\u00e7\u00e3o de novos encargos e custos diretamente repassados para os consumidores Desde 2015, a conta de luz dos brasileiros subiu mais do que o dobro da infla\u00e7\u00e3o. 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