{"id":2572,"date":"2017-05-12T13:57:09","date_gmt":"2017-05-12T13:57:09","guid":{"rendered":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/?p=2572"},"modified":"2017-05-18T11:35:56","modified_gmt":"2017-05-18T11:35:56","slug":"1-ano-do-governo-temer","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2017\/05\/12\/1-ano-do-governo-temer\/","title":{"rendered":"1 ANO DO GOVERNO TEMER"},"content":{"rendered":"<h4 style=\"text-align: center;\">Reeleito vice-presidente da Rep\u00fablica em 2014, Michel Temer se tornou presidente em exerc\u00edcio do Brasil em 12 de maio de 2016, em raz\u00e3o do afastamento tempor\u00e1rio de Dilma Rousseff.<br \/>\nNesta sexta-feira (12), dia em que se completa um ano do governo Temer, o G1 <b> relembra os principais fatos que marcaram os 12 primeiros meses da gest\u00e3o do peemedebista na pol\u00edtica e na economia.<br \/>\nA reportagem tamb\u00e9m relembra as crises protagonizadas no Executivo federal no \u00faltimo ano, envolvendo ministros e o pr\u00f3prio presidente.<br \/>\nTemer assumiu efetivamente o comando do Pal\u00e1cio do Planalto em 31 de agosto, ap\u00f3s o Senado cassar o mandato de Dilma.<\/b><\/h4>\n<p><a href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/michel-temer_1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-2573\" src=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/michel-temer_1.jpg\" alt=\"\" width=\"1600\" height=\"900\" srcset=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/michel-temer_1.jpg 1600w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/michel-temer_1-300x169.jpg 300w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/michel-temer_1-768x432.jpg 768w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/michel-temer_1-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/michel-temer_1-600x338.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2 class=\"title\">POL\u00cdTICA<\/h2>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\"><span class=\"capitulate\">L<\/span>ogo ap\u00f3s o Senado afastar temporariamente Dilma da Presid\u00eancia, \u00e0s 6h34 do dia 12 de maio de 2016, Michel Temer assumiu o comando do pa\u00eds como presidente em exerc\u00edcio. No mesmo dia, o peemedebista deu posse aos 24 novos ministros do governo e fez o primeiro pronunciamento no Pal\u00e1cio do Planalto.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">\u00c0 \u00e9poca, Dilma n\u00e3o conseguiu reunir o apoio pol\u00edtico necess\u00e1rio no Congresso para evitar a abertura do processo de impeachment. Ao assumir temporariamente a chefia do pa\u00eds, Temer formou uma nova base aliada, encabe\u00e7ada pelo PMDB e composta, principalmente, por ex-aliados do PT, como PP, PR e PSD, e por advers\u00e1rios de Dilma, entre os quais PSDB, DEM e PPS.<\/p>\n<\/div>\n<p><b>As primeiras cr\u00edticas ao presidente surgiram j\u00e1 no dia em que ele assumiu interinamente o comando do pa\u00eds devido ao perfil do novo minist\u00e9rio. N\u00e3o havia mulheres nem negros no primeiro escal\u00e3o indicado pelo peemedebista.<br \/>\nImediatamente, o novo minist\u00e9rio passou a ser alvo de ataques nas redes sociais e nos movimentos sociais. Uma semana depois, na tentativa de minimizar as cr\u00edticas, o presidente recebeu no Pal\u00e1cio do Planalto 20 parlamentares mulheres de v\u00e1rios partidos de sua base aliada.<br \/>\n<\/b><\/p>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">No campo pol\u00edtico, Temer tentou imprimir mudan\u00e7as para marcar as mudan\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 gest\u00e3o da antecessora. Ex-presidente da C\u00e2mara, o novo presidente passou a negociar a vota\u00e7\u00e3o de projetos diretamente com as bancadas do Congresso Nacional.<br \/>\nEle tamb\u00e9m passou a receber, quase que diariamente, uma romaria de deputados e senadores no Pal\u00e1cio do Planalto para afagar os aliados pol\u00edticos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">O peemedebista Temer passou a ter encontros frequentes com os presidentes da C\u00e2mara e do Senado, incluindo caf\u00e9s da manh\u00e3, almo\u00e7os e jantares. Essa aproxima\u00e7\u00e3o com os chefes do Legislativo foi fundamental para o governo aprovar, no ano passado, a emenda constitucional que estabeleceu um limite para os gastos p\u00fablicos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Para construir sua base no parlamento, Temer tamb\u00e9m distribuiu cadeiras na Esplanada dos Minist\u00e9rios para uma s\u00e9rie de senadores e deputados de v\u00e1rios partidos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Os ministros que trocaram momentaneamente o Legislativo pelo primeiro escal\u00e3o do Executivo federal s\u00e3o os senadores Aloysio Nunes (Rela\u00e7\u00f5es Exteriores) e Blairo Maggi (Agricultura), al\u00e9m dos deputados Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Bruno Ara\u00fajo (Cidades), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), Leonardo Picciani (Esportes), Maur\u00edcio Quintela (Transportes), Max Beltr\u00e3o (Turismo), Mendon\u00e7a Filho (Educa\u00e7\u00e3o), Osmar Serraglio (Justi\u00e7a), Osmar Terra (Desenvolvimento Social), Ricardo Barros (Sa\u00fade), Raul Jungamnn (Defesa), Roberto Freire (Cultura), Ronaldo Nogueira (Trabalho) e Sarney Filho (Meio Ambiente).<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2 class=\"title\">ECONOMIA<\/h2>\n<p><b><span class=\"capitulate\">N<\/span>os \u00faltimos 12 meses, Temer focou grande parte dos esfor\u00e7os do governo na \u00e1rea econ\u00f4mica. Al\u00e9m do teto para os gastos p\u00fablicos, ele prop\u00f4s ao Congresso Nacional reformas na Previd\u00eancia Social e na Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho. Os pol\u00eamicos projetos que mudam as regras previdenci\u00e1rias e trabalhistas est\u00e3o em discuss\u00e3o no parlamento. <\/b><\/p>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Mesmo conseguindo conter a infla\u00e7\u00e3o para um patamar abaixo da meta do Banco Central, o desemprego amea\u00e7a a j\u00e1 corro\u00edda popularidade de Temer, que, atualmente, est\u00e1 em 9%.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Para tentar compensar parte do desgaste pol\u00edtico gerado pelas reformas, o governo Temer decidiu, em dezembro, liberar o saque das contas inativas do FGTS.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Principal vit\u00f3ria do governo Temer em 2016, a emenda constitucional que estabeleceu o limite para os gastos p\u00fablicos controlar\u00e1, pelos pr\u00f3ximos 20 anos, as despesas da Uni\u00e3o (Executivo, Legislativo e Judici\u00e1rio), que s\u00f3 poder\u00e3o crescer conforme a infla\u00e7\u00e3o do ano anterior.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Em meio ao discurso do governo de que o pa\u00eds precisa de algumas reformas para superar &#8220;a maior crise da hist\u00f3ria&#8221;, Temer enviou ao Congresso Nacional, em 2016, as propostas de reforma da Previd\u00eancia Social e trabalhista. O objetivo do governo \u00e9 aprovar as medidas ainda em 2017.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">No caso da reforma da Previd\u00eancia, o presidente da Rep\u00fablica tem defendido que as mudan\u00e7as na aposentadoria s\u00e3o necess\u00e1rias e &#8220;urgent\u00edssimas&#8221; porque o &#8220;rombo&#8221; nas contas do INSS crescem a cada ano. Para 2018, por exemplo, a previs\u00e3o \u00e9 que o d\u00e9ficit ser\u00e1 de R$ 202,2 bilh\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">A proposta do governo de mudan\u00e7a nas regras previdenci\u00e1rias prev\u00ea, por exemplo, idade m\u00ednima de 65 anos para homens e mulheres poderem se aposentar.<\/p>\n<\/div>\n<p><b>Al\u00e9m da reforma da Previd\u00eancia, o Congresso Nacional tamb\u00e9m analisa a reforma trabalhista enviada pelo presidente Michel Temer. A proposta estabelece pontos que poder\u00e3o ser negociados entre empregadores e trabalhadores e, em caso de acordo, passar\u00e3o a valer como lei. <\/b><\/p>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Ainda na economia, o governo liberou neste ano o saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Servi\u00e7o (FGTS), com a expectativa de injetar R$ 30 bilh\u00f5es neste ano.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">A infla\u00e7\u00e3o oficial, medida pelo \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), perdeu for\u00e7a de mar\u00e7o para abril, passando de 0,25% para 0,14%, a menor taxa para o m\u00eas desde o in\u00edcio do Plano Real.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Mesmo com esse resultado positivo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 infla\u00e7\u00e3o, h\u00e1 \u00edndices bastante negativos para o governo. O desemprego, por exemplo, chegou ao patamar mais alto desde 2002, atingindo 14,2 milh\u00f5es de brasileiros.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2 class=\"title\">CRISES<\/h2>\n<p><span class=\"capitulate\">D<\/span>esde que assumiu o Pal\u00e1cio do Planalto, um ano atr\u00e1s, Temer viu integrantes de seu governo envolvidos em in\u00fameras crises pol\u00edticas. Alguns dos principais conselheiros pol\u00edticos do presidente tiveram de pedir demiss\u00e3o alvejados por den\u00fancias de envolvimento corrup\u00e7\u00e3o, entre os quais os Romero Juc\u00e1 (PMDB-RR) e Geddel Vieira Lima (PMDB-BA).<b> <\/b><\/p>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">A primeira crise pol\u00edtica do governo teve in\u00edcio menos de duas semanas ap\u00f3s Temer assumir o comando do Pal\u00e1cio do Planalto. At\u00e9 ent\u00e3o um dos principais conselheiros do presidente da Rep\u00fablica, Juc\u00e1 teve de pedir demiss\u00e3o do Minist\u00e9rio do Planejamento por conta da divulga\u00e7\u00e3o de um \u00e1udio no qual ele sugeria um &#8220;pacto&#8221; para &#8220;estancar a sangria&#8221; da Lava Jato.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Investigado na opera\u00e7\u00e3o que investiga o esquema de corrup\u00e7\u00e3o que atuava na Petrobras, o peemedebista \u00e9 o atual l\u00edder do governo no Senado.<\/p>\n<\/div>\n<p>Uma semana depois de Juc\u00e1 deixar a Esplanada dos Minist\u00e9rios, foi a vez de Fabiano Silveira pedir demiss\u00e3o da chefia do Minist\u00e9rio da Transpar\u00eancia por conta de uma grava\u00e7\u00e3o na qual ele criticava a Lava Jato e dava consultoria a pol\u00edticos investigados pela opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda em 2016, Geddel Vieira Lima \u2013 um dos mais pr\u00f3ximos conselheiros pol\u00edticos de Temer \u2013 teve de pedir demiss\u00e3o da Secretaria de Governo ap\u00f3s ser acusado pelo ent\u00e3o ministro da Cultura, Marcelo Calero, de press\u00e3o para liberar um empreendimento imobili\u00e1rio embargado pelo Iphan.<\/p>\n<p>Ao deixar o governo, Calero afirmou que Geddel o pressionava a liberar a obra de um pr\u00e9dio em Salvador no qual o peemedebista havia comprado um apartamento.<b> <\/b><\/p>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Outras crises tamb\u00e9m surgiram durante os \u00faltimos meses envolvendo homens de confian\u00e7a do presidente, entre os quais Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral). Citados em dela\u00e7\u00f5es no \u00e2mbito da Lava Jato, os ministros n\u00e3o chegaram a pedir demiss\u00e3o e continuaram tocando o dia a dia das pastas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Como a perman\u00eancia dos ministros passou a gerar rea\u00e7\u00e3o negativa na opini\u00e3o p\u00fablica, Temer anunciou, em fevereiro, que os integrantes do governo citados em dela\u00e7\u00f5es da Lava Jato n\u00e3o saem. Ele afirmou que &#8220;n\u00e3o quer blindar ningu\u00e9m&#8221;, mas s\u00f3 afastar\u00e1 ministro que for denunciado pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico ou que virar r\u00e9u no Supremo Tribunal Federal<i> <\/i>.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Neste ano, em meio ao furac\u00e3o pol\u00edtico gerado pelas dela\u00e7\u00f5es dos executivos e ex-dirigentes da Odebrecht, Michel Temer teve ainda que administrar o &#8220;fogo amigo&#8221; do l\u00edder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL). Irritado por ter sido alijado de decis\u00f5es importantes do governo, o ex-presidente do Senado passou, nos \u00faltimos dois meses, a criticar publicamente o presidente da Rep\u00fablica, quase todos os dias, em v\u00eddeos, discursos e entrevistas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Renan, por exemplo, acusa o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) \u2013 que est\u00e1 preso em Curitiba pela Lava Jato desde outubro \u2013 ainda mant\u00e9m &#8220;alguma influ\u00eancia&#8221; sobre o governo federal.<\/p>\n<\/div>\n<p>Em uma de suas farpas ir\u00f4nicas, o l\u00edder do PMDB \u2013 que \u00e9 um antigo advers\u00e1rio de Temer dentro do partido \u2013 disse que o atual governo parece a &#8220;sele\u00e7\u00e3o do Dunga&#8221;, enquanto o pa\u00eds precisa da &#8220;sele\u00e7\u00e3o do Tite&#8221;.<b> <\/b><\/p>\n<p>Os ataques de Renan ao Pal\u00e1cio do Planalto motivaram uma rea\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do governo. Nas \u00faltimas semanas, aliados de Temer no PMDB t\u00eam articulado a deposi\u00e7\u00e3o do parlamentar alagoano da lideran\u00e7a do partido no Senado.<b><br \/>\n<\/b><\/p>\n<h2 class=\"title\">DELA\u00c7\u00d5ES DA ODEBRECHT<\/h2>\n<p><span class=\"capitulate\">A<\/span>s dela\u00e7\u00f5es de 78 executivos e ex-dirigentes da Odebrecht \u2013 entre os quais os donos da empreiteira \u2013 eclodiram na Esplanada dos Minist\u00e9rios e at\u00e9 mesmo no gabiente presidencial. As revela\u00e7\u00f5es dos delatores da construtora ao longo de mais de 270 horas de depoimentos atingiram pol\u00edticos de v\u00e1rios partidos da base aliada do peemedebista (saiba tudo sobre as dela\u00e7\u00f5es da Odebecht) .<\/p>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Com base nas dela\u00e7\u00f5es, o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, autorizou a abertura de 76 inqu\u00e9ritos para investigar pol\u00edticos citados nos depoimentos, entre os quais 8 ministros do governo Temer; 39 deputados; 24 senadores; e 3 governadores (relembre detalhes da &#8220;lista do Fachin&#8221; nos v\u00eddeos abaixo).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Em uma das dela\u00e7\u00f5es, o ex-executivo da Odebrecht M\u00e1rcio Faria afirmou que participou, em 2010, de uma reuni\u00e3o comandada por Temer, em S\u00e3o Paulo, na qual foi discutida a &#8220;compra do PMDB&#8221; por US$ 40 milh\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"block\">\n<p class=\"text\">Em nota divulgada na ocasi\u00e3o em que a den\u00fancia veio \u00e0 tona, a Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Presid\u00eancia informou que Temer &#8220;jamais tratou de valores com o senhor M\u00e1rcio Faria&#8221;. Al\u00e9m disso, acrescentou que a narrativa do delator &#8220;n\u00e3o corresponde aos fatos&#8221; e &#8220;est\u00e1 baseada em uma mentira absoluta&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/especiais.g1.globo.com\/politica\/2017\/1-ano-do-governo-do-presidente-michel-temer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">G1.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reeleito vice-presidente da Rep\u00fablica em 2014, Michel Temer se tornou presidente em exerc\u00edcio do Brasil em 12 de maio de 2016, em raz\u00e3o do afastamento tempor\u00e1rio de Dilma Rousseff. Nesta sexta-feira (12), dia em que se completa um ano do governo Temer, o G1 relembra os principais fatos que marcaram os 12 primeiros meses da<a class=\"moretag\" href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2017\/05\/12\/1-ano-do-governo-temer\/\"> [&#8230;]<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2573,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[10],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2572"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2572"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2572\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2574,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2572\/revisions\/2574"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2573"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2572"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2572"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2572"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}