{"id":4194,"date":"2020-03-13T12:14:21","date_gmt":"2020-03-13T12:14:21","guid":{"rendered":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/?p=4194"},"modified":"2020-03-13T12:16:25","modified_gmt":"2020-03-13T12:16:25","slug":"desemprego-afeta-295-de-quem-se-formou-ha-ate-3-anos-diz-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2020\/03\/13\/desemprego-afeta-295-de-quem-se-formou-ha-ate-3-anos-diz-pesquisa\/","title":{"rendered":"Desemprego afeta 29,5% de quem se formou h\u00e1 at\u00e9 3 anos, diz pesquisa"},"content":{"rendered":"<h4 style=\"text-align: left;\">Estudo destaca que, mesmo assim, \u00e9 importante ter curso superior<\/h4>\n<p><a href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Desemprego-afeta-295-de-quem-se-formou-h\u00e1-at\u00e9-3-anos-diz-pesquisa.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-4198\" src=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Desemprego-afeta-295-de-quem-se-formou-h\u00e1-at\u00e9-3-anos-diz-pesquisa.jpg\" alt=\"\" width=\"1170\" height=\"700\" srcset=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Desemprego-afeta-295-de-quem-se-formou-h\u00e1-at\u00e9-3-anos-diz-pesquisa.jpg 1170w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Desemprego-afeta-295-de-quem-se-formou-h\u00e1-at\u00e9-3-anos-diz-pesquisa-300x179.jpg 300w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Desemprego-afeta-295-de-quem-se-formou-h\u00e1-at\u00e9-3-anos-diz-pesquisa-1024x613.jpg 1024w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Desemprego-afeta-295-de-quem-se-formou-h\u00e1-at\u00e9-3-anos-diz-pesquisa-768x459.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1170px) 100vw, 1170px\" \/><\/a><\/p>\n<div class=\"post-item-wrap\">\n<p>Pelo menos 29,5% das pessoas que conclu\u00edram a gradua\u00e7\u00e3o h\u00e1 at\u00e9 tr\u00eas anos ainda n\u00e3o conseguiram o primeiro emprego, e os que terminaram o curso h\u00e1 mais tempo e ainda n\u00e3o entraram no mercado de trabalho s\u00e3o 8,8%. Os dados s\u00e3o da Pesquisa de Empregabilidade do Brasil, divulgada nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Semesp. A Semesp \u00e9 uma entidade que representa mantenedoras de ensino superior no Brasil.<\/p>\n<p>A pesquisa aponta a empregabilidade dos egressos de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds, revelando a efici\u00eancia do diploma de gradua\u00e7\u00e3o em termos de rentabilidade e sucesso dos profissionais. Foram entrevistados 9.426 egressos do ensino superior brasileiro, no per\u00edodo de 14 de outubro a 30 de novembro de 2019. Entre os participantes, 64,2% responderam ter conclu\u00eddo a gradua\u00e7\u00e3o em institui\u00e7\u00e3o privada e 35,8% em institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica. No total, os participantes representam 481 Institui\u00e7\u00f5es de ensino superior, sendo 74% privadas e 26% p\u00fablicas.<\/p>\n<p>\u201cEsta \u00e9 a maior pesquisa j\u00e1 feita com alunos que sa\u00edram do ensino superior para verificar efetivamente qual foi o impacto de ter cursado a universidade na vida dele. Muito se fala que \u00e9 bom, que aumenta a empregabilidade, o sal\u00e1rio, mas n\u00e3o se mensura isso. N\u00f3s temos muitos dados do Censo da Educa\u00e7\u00e3o sobre o aluno que est\u00e1 cursando, ou do Enem [Exame Nacional do Ensino M\u00e9dio], mas depois que eles saem do ensino superior n\u00e3o h\u00e1 uma pesquisa&#8221;, disse o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato.<\/p>\n<p>Segundo a pesquisa, no total de cursos com maior n\u00famero de participantes, lideram administra\u00e7\u00e3o (8,4%); direito (7,6%); ci\u00eancias biol\u00f3gicas (4,4%), engenharia civil (4,2%) e psicologia (4,2%). Quando considerados s\u00f3 os estudantes da rede privada, os cursos mais representativos s\u00e3o os de administra\u00e7\u00e3o (12,2%); direito (10,9%); psicologia (5,5%); engenharia civil (5,0%) e publicidade e propaganda (4,3%). Nas institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, s\u00e3o os cursos de ci\u00eancias biol\u00f3gicas (8,4%); engenharia mec\u00e2nica (6,6%); ci\u00eancias da computa\u00e7\u00e3o (5,2%); geografia (3,6%) e medicina veterin\u00e1ria (3,6%).<\/p>\n<p>Mais da metade dos graduados da rede privada cursou o ensino superior no per\u00edodo noturno (62,2%), contra 22,3% da p\u00fablica. Entre os que estudaram na rede p\u00fablica, 63,8% fizeram o curso no per\u00edodo diurno integral. Por per\u00edodo de estudo, diurno e noturno, destaca-se o percentual de participantes que responderam ter conseguido o primeiro emprego antes mesmo da conclus\u00e3o do curso, 56,0% do noturno, contra 27,9% do diurno.<\/p>\n<p>A pesquisa mostra que n\u00e3o houve diferen\u00e7a significativa entre os egressos de entidades p\u00fablicas e particulares que responderam atuar em uma \u00e1rea diferente da de forma\u00e7\u00e3o: 22,5% da rede privada, contra 21,8% da p\u00fablica. A relev\u00e2ncia do diploma na rentabilidade dos profissionais tamb\u00e9m chama a aten\u00e7\u00e3o na pesquisa: antes da conclus\u00e3o do curso, apenas 5,8% ganhavam mais de R$ 5 mil e, ap\u00f3s o t\u00e9rmino da gradua\u00e7\u00e3o, o percentual de egressos com essa renda saltou para 41,4%.<\/p>\n<p>Os profissionais que trabalham tamb\u00e9m apontaram o que melhorou depois que conclu\u00edram o curso superior. Eles citaram o fato de ter entrado em um curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o (42,5%), a melhora do sal\u00e1rio (41,3%); o fato de ter conseguido emprego na \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o (41,3%) e de ter o primeiro emprego (26,4%).<\/p>\n<p>\u201cA pesquisa mostrou que, mesmo em tempos de crise, fazer um curso superior \u00e9 muito positivo, primeiro porque realmente aumenta a empregabilidade dos alunos e depois porque praticamente todos os que se formaram antes da crise econ\u00f4mica est\u00e3o empregados e, entre os que se formaram durante a crise, uma parcela est\u00e1 desempregada, mas o restante est\u00e1 empregado. Se compararmos com os outros n\u00edveis de ensino, a empregabilidade \u00e9 bem maior e o aumento salarial, significativo. Pegamos aqueles que trabalhavam antes de se formar e comparamos com o que passaram a ganhar, e o aumento foi de uma m\u00e9dia de 162%\u201d, disse Capelato.<\/p>\n<p>Ele destacou que, apesar de a empregabilidade ser elevada entre aqueles que se formaram recentemente, o percentual dos que ainda n\u00e3o conseguiram emprego reflete negativamente, tornando-se uma realidade cruel, j\u00e1 que, devido \u00e0 crise econ\u00f4mica, n\u00e3o h\u00e1 emprego para todo mundo. &#8220;Ent\u00e3o, h\u00e1 aqueles que est\u00e3o formados h\u00e1 mais tempo, com experi\u00eancia e que aceitam empregos [em] que os jovens entram quando se formam. Isso \u00e9 uma l\u00f3gica perversa porque os mais jovens v\u00e3o ficar sem emprego durante um tempo, n\u00e3o conseguem experi\u00eancia, e o mercado de trabalho cada vez menos absorve esses jovens.&#8221;<\/p>\n<p>Nesse sentido, Capelato diz que \u00e9 positivo o Programa Verde e Amarelo, do governo federal, que incentiva a gera\u00e7\u00e3o de emprego para jovens de 18 a 29 anos. O objetivo \u00e9 inserir os rec\u00e9m-formados no mercado de trabalho, j\u00e1 que muitas vezes as empresas escolhem contratar a pessoa que tem mais experi\u00eancia e que aceita o sal\u00e1rio que seria de uma pessoa graduada depois.<\/p>\n<p>&#8220;A Carteira Verde e Amarela \u00e9 um est\u00edmulo para reduzir ou anular esse efeito, porque desonera as empresas dos seus encargos trabalhistas, desde que contratem pessoas com at\u00e9 30 anos de idade. Ent\u00e3o, o efeito econ\u00f4mico pode atenuar a concorr\u00eancia e o fato de a pessoa n\u00e3o ter experi\u00eancia&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2020-03\/desemprego-afeta-295-de-quem-se-formou-ha-ate-3-anos-diz-pesquisa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ag\u00eancia Brasil<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo destaca que, mesmo assim, \u00e9 importante ter curso superior Pelo menos 29,5% das pessoas que conclu\u00edram a gradua\u00e7\u00e3o h\u00e1 at\u00e9 tr\u00eas anos ainda n\u00e3o conseguiram o primeiro emprego, e os que terminaram o curso h\u00e1 mais tempo e ainda n\u00e3o entraram no mercado de trabalho s\u00e3o 8,8%. Os dados s\u00e3o da Pesquisa de Empregabilidade<a class=\"moretag\" href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2020\/03\/13\/desemprego-afeta-295-de-quem-se-formou-ha-ate-3-anos-diz-pesquisa\/\"> [&#8230;]<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4198,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[10],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4194"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4194"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4194\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4200,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4194\/revisions\/4200"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4198"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4194"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4194"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4194"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}