{"id":6494,"date":"2020-10-26T16:40:46","date_gmt":"2020-10-26T16:40:46","guid":{"rendered":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/?p=6494"},"modified":"2020-10-26T16:44:54","modified_gmt":"2020-10-26T16:44:54","slug":"comida-pressiona-inflacao-ate-o-fim-do-ano-dizem-analistas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2020\/10\/26\/comida-pressiona-inflacao-ate-o-fim-do-ano-dizem-analistas\/","title":{"rendered":"Comida pressiona infla\u00e7\u00e3o at\u00e9 o fim do ano, dizem analistas"},"content":{"rendered":"<h4 class=\"news-subheadline\">A alta dos pre\u00e7os dos alimentos b\u00e1sicos n\u00e3o dever\u00e1 baixar t\u00e3o ced<a href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Comida-pressiona-infla\u00e7\u00e3o-at\u00e9-o-fim-do-ano-dizem-analistas.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-6495\" src=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Comida-pressiona-infla\u00e7\u00e3o-at\u00e9-o-fim-do-ano-dizem-analistas.jpg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"1080\" srcset=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Comida-pressiona-infla\u00e7\u00e3o-at\u00e9-o-fim-do-ano-dizem-analistas.jpg 1920w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Comida-pressiona-infla\u00e7\u00e3o-at\u00e9-o-fim-do-ano-dizem-analistas-300x169.jpg 300w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Comida-pressiona-infla\u00e7\u00e3o-at\u00e9-o-fim-do-ano-dizem-analistas-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Comida-pressiona-infla\u00e7\u00e3o-at\u00e9-o-fim-do-ano-dizem-analistas-768x432.jpg 768w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Comida-pressiona-infla\u00e7\u00e3o-at\u00e9-o-fim-do-ano-dizem-analistas-1536x864.jpg 1536w\" sizes=\"(max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/a><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span class=\"news_capital_letter\">P<\/span>elo menos at\u00e9 o final do ano, o brasileiro vai ter de conviver com a alta dos pre\u00e7os dos alimentos b\u00e1sicos, como arroz, carnes, \u00f3leo de soja e feij\u00e3o. D\u00f3lar em alta, oferta ainda escassa desses produtos por causa da entressafra e o aux\u00edlio emergencial, mesmo pela metade, garantindo o consumo dos mais pobres, s\u00e3o fatores apontados por economistas e varejistas para que os pre\u00e7os dos alimentos continuem subindo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais uma vez, a comida apareceu como vil\u00e3: em outubro, a infla\u00e7\u00e3o ao consumidor subiu 0,94%, pela pr\u00e9via do \u00edndice oficial, o IPCA-15, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Foi a maior alta do indicador para o m\u00eas desde 1995 e o resultado ficou acima do esperado pelo mercado. Alimentos e bebidas ficaram 2,24% mais caros e responderam por 50% da alta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A infla\u00e7\u00e3o de supermercados, onde est\u00e3o concentradas as vendas sobretudo de alimentos, confirma a press\u00e3o. Em setembro, a infla\u00e7\u00e3o dos supermercados no Estado de S\u00e3o Paulo, apurada pela Fipe, atingiu 2,2%. Foi a maior varia\u00e7\u00e3o para o m\u00eas em 26 anos e equivale ao acumulado no passado at\u00e9 setembro, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Supermercados (Apas).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tanto no IPCA-15 como no \u00edndice dos supermercados, \u00f3leo de soja, arroz e carnes lideraram os aumentos, com altas de 22,34%, 18,48% e 4,83%, respectivamente na pr\u00e9via da infla\u00e7\u00e3o deste m\u00eas. &#8220;Achamos que no caso dos gr\u00e3os o cen\u00e1rio n\u00e3o deve mudar at\u00e9 o in\u00edcio de 2021, para quando est\u00e1 previsto aumento da safra&#8221;, diz o presidente da Apas, Ronaldo dos Santos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Andr\u00e9 Braz, coordenador do \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), diz acreditar que n\u00e3o h\u00e1 no radar indica\u00e7\u00f5es de que os pre\u00e7os da carne, do arroz e do feij\u00e3o v\u00e3o recuar. &#8220;H\u00e1 chance de esses produtos subirem mais at\u00e9 o final do ano e melhora s\u00f3 em 2021 com novas safras e a expectativas, quem sabe, de uma taxa de c\u00e2mbio menor.&#8221; As primeiras pr\u00e9vias de outubro indicam que os alimentos continuam subindo cerca de 2% este m\u00eas. No ano, a alta dos alimento chega beira 10%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A produ\u00e7\u00e3o de alimentos demora a ser ajustada, \u00e9 diferente da manufatura&#8221;, observa Fabio Bentes, economista-chefe da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio. Esse seria, na sua avalia\u00e7\u00e3o, outro fator que indica que a infla\u00e7\u00e3o dever\u00e1 continuar subindo acima do \u00edndice geral de infla\u00e7\u00e3o at\u00e9 dezembro. &#8220;Vamos ter picos nos alimentos, mas n\u00e3o vejo sustentabilidade por falta de demanda mesmo.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Omar Assaf, diretor da Apas, diz que as vendas em geral nos dois \u00faltimos meses desaceleraram nos supermercados. &#8220;O bolso do consumidor vai limitar essa tend\u00eancia de alta&#8221;, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Efeitos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">F\u00e1bio Rom\u00e3o, economista da LCA Consultores, ressalta que boa parte do repasse de pre\u00e7os do atacado para o varejo ainda est\u00e1 por vir. &#8220;A alta de pre\u00e7os est\u00e1 mais espalhada e chegando a outros itens, al\u00e9m dos alimentos. Com a pandemia, muitos produtores pisaram no freio e a demanda por itens para o domic\u00edlio subiu com o aux\u00edlio emergencial.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A infla\u00e7\u00e3o de alimentos tem implica\u00e7\u00f5es importantes, pega as camadas mais populares, justamente em um momento de redu\u00e7\u00e3o do valor do aux\u00edlio emergencial, \u00e9 um impacto muito dif\u00edcil&#8221;, avalia a consultora econ\u00f4mica Zeina Latif. Segundo ela, h\u00e1 tamb\u00e9m um efeito macroecon\u00f4mico que deve ser monitorado: os pre\u00e7os de alimentos, por terem muita visibilidade, contaminam outros pre\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;\u00c9 dif\u00edcil para as empresas n\u00e3o repassarem pre\u00e7os e \u00e9 preciso acompanhar o comportamento da infla\u00e7\u00e3o e as estrat\u00e9gias do Banco Central podem ter de mudar. Tamb\u00e9m acende um alerta para a discuss\u00e3o da quest\u00e3o fiscal&#8221;, diz ela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o ex-diretor do Banco Central e chefe do Centro de Estudos Monet\u00e1rios do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, Jos\u00e9 J\u00falio Senna, o aumento da d\u00edvida p\u00fablica \u00e9 a quest\u00e3o que mais preocupa para o ano que vem. &#8220;N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel prever o momento em que o desequil\u00edbrio fiscal detonaria as expectativas de um retorno da infla\u00e7\u00e3o, mas sem uma pol\u00edtica fiscal, n\u00e3o existe uma pol\u00edtica monet\u00e1ria vi\u00e1vel.&#8221; As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S. Paulo.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/politica\/1717213\/comida-pressiona-inflacao-ate-o-fim-do-ano-dizem-analistas\">Noticias ao Minuto<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A alta dos pre\u00e7os dos alimentos b\u00e1sicos n\u00e3o dever\u00e1 baixar t\u00e3o ced Pelo menos at\u00e9 o final do ano, o brasileiro vai ter de conviver com a alta dos pre\u00e7os dos alimentos b\u00e1sicos, como arroz, carnes, \u00f3leo de soja e feij\u00e3o. D\u00f3lar em alta, oferta ainda escassa desses produtos por causa da entressafra e o<a class=\"moretag\" href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2020\/10\/26\/comida-pressiona-inflacao-ate-o-fim-do-ano-dizem-analistas\/\"> [&#8230;]<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6495,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[9],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6494"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6494"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6494\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6496,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6494\/revisions\/6496"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6495"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6494"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6494"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6494"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}