{"id":7505,"date":"2021-01-18T11:32:51","date_gmt":"2021-01-18T11:32:51","guid":{"rendered":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/?p=7505"},"modified":"2021-01-18T11:36:39","modified_gmt":"2021-01-18T11:36:39","slug":"fechamento-de-fabricas-da-ford-poe-em-duvida-futuro-do-setor-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2021\/01\/18\/fechamento-de-fabricas-da-ford-poe-em-duvida-futuro-do-setor-no-brasil\/","title":{"rendered":"Fechamento de f\u00e1bricas da Ford p\u00f5e em d\u00favida futuro do setor no Brasil"},"content":{"rendered":"<h4 class=\"news-subheadline\">De 2010 a 2014, montadoras no Brasil receberam entradas l\u00edquidas de capitais (diferen\u00e7a entre o que foi enviado para as sedes e o que foi recebido delas para alavancar opera\u00e7\u00f5es) que somam US$ 24 bilh\u00f5es<\/h4>\n<p><a href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Fechamento-de-fabricas-da-Ford-poe-em-duvida-futuro-do-setor-no-Brasil.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-7509\" src=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Fechamento-de-fabricas-da-Ford-poe-em-duvida-futuro-do-setor-no-Brasil.jpg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"1080\" srcset=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Fechamento-de-fabricas-da-Ford-poe-em-duvida-futuro-do-setor-no-Brasil.jpg 1920w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Fechamento-de-fabricas-da-Ford-poe-em-duvida-futuro-do-setor-no-Brasil-300x169.jpg 300w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Fechamento-de-fabricas-da-Ford-poe-em-duvida-futuro-do-setor-no-Brasil-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Fechamento-de-fabricas-da-Ford-poe-em-duvida-futuro-do-setor-no-Brasil-768x432.jpg 768w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Fechamento-de-fabricas-da-Ford-poe-em-duvida-futuro-do-setor-no-Brasil-1536x864.jpg 1536w\" sizes=\"(max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BRAS\u00cdLIA, DF (FOLHAPRESS) &#8211; O an\u00fancio do fechamento das f\u00e1bricas da Ford no Brasil colocou d\u00favidas sobre o futuro da ind\u00fastria automotiva nacional. Trata-se de uma decis\u00e3o global com diversas especificidades, mas que reflete o que vir\u00e1 por a\u00ed nos pr\u00f3ximos cinco anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ser\u00e1 um per\u00edodo com menos dinheiro vindo das matrizes -que j\u00e1 t\u00eam gastos e problemas demais com a eletrifica\u00e7\u00e3o- e escassez de modelos considerados de baixo custo. O novo autom\u00f3vel popular ser\u00e1 o carro usado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De 2010 a 2014, montadoras no Brasil receberam entradas l\u00edquidas de capitais (diferen\u00e7a entre o que foi enviado para as sedes e o que foi recebido delas para alavancar opera\u00e7\u00f5es) que somam US$ 24 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Saiu mais dinheiro que entrou at\u00e9 2013 -com o real valorizado e vendas em alta, os dividendos foram remetidos ao exterior. Entretanto, o fluxo se inverteu a partir de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Luiz Carlos Moraes, presiden- te da Anfavea (associa\u00e7\u00e3o de montadoras), confirma que as empresas n\u00e3o devem receber mais aportes de fora. As matrizes precisam investir para a sobreviv\u00eancia da ind\u00fastria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;H\u00e1 quatro grandes pilares: conectividade para o usu\u00e1rio e para o transporte de carga, ve\u00edculos aut\u00f4nomos, que j\u00e1 est\u00e3o presentes no campo e na minera\u00e7\u00e3o, novos servi\u00e7os que ir\u00e3o nascer associados a essa automa\u00e7\u00e3o e a eletrifica\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Moraes. &#8220;Para isso, a ind\u00fastria tem que fazer investimentos alt\u00edssimos aqui e l\u00e1 fora.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ou seja: para seguir adiante, a ind\u00fastria nacional precisa recuperar a rentabilidade. Com o real desvalorizado e vendas ainda distante dos recordes registrados, o caminho passa pelo lan\u00e7amento de modelos mais caros e, consequentemente, mais rent\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os lan\u00e7amentos de 2021 mostram esse movimento. S\u00e3o carros nacionais como o utilit\u00e1rio esportivo Toyota Corolla Cross, cujo pre\u00e7o ir\u00e1 ultrapassar a faixa de R$ 130 mil. Mesmo os compactos ter\u00e3o pre\u00e7os m\u00e9dios entre R$ 70 mil e R$ 90 mil, caso da futura vers\u00e3o hatch do Honda City.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A estrat\u00e9gia global divulgada pela Renault na quinta (14) \u00e9 mais um retrato do que vem por a\u00ed. A marca vai oferecer um grande volume de carros h\u00edbridos e el\u00e9tricos at\u00e9 2025. Para a Am\u00e9rica Latina, a meta \u00e9 elevar o t\u00edquete m\u00e9dio dos ve\u00edculos comercializados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Haver\u00e1 redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de plataformas \u2013de seis para tr\u00eas\u2013 e fortalecimento da sinergia com a Nissan. A capacidade global de produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ser\u00e1 reduzida: de 4 milh\u00f5es de unidades em 2019 para 3,1 milh\u00f5es em 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse \u00faltimo ponto mostra a preocupa\u00e7\u00e3o com ociosidade, um problema grave no Brasil e que flerta com o desemprego. O \u00edndice segue acima dos 50% e ser\u00e1 reduzido neste ano pela pior forma poss\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com o fechamento das f\u00e1bricas da Ford e da Mercedes, a capacidade instalada cai e, por consequ\u00eancia, vem a impress\u00e3o de que a ociosidade caiu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s dois ciclos recentes de abertura de unidades estimuladas por benef\u00edcios tribut\u00e1rios \u2013no fim dos anos 1990 e na segunda d\u00e9cada do s\u00e9culo 21\u2013, a jun\u00e7\u00e3o de uma ind\u00fastria global em transforma\u00e7\u00e3o com a crise que vive o Brasil pode levar ao fechamento de algumas, o que n\u00e3o significa que surgir\u00e3o movimentos t\u00e3o radicais como o feito pela Ford.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;N\u00e3o acredito que a decis\u00e3o da Ford v\u00e1 influenciar outras empresas. Foi tomada por quest\u00f5es internas de rentabilidade, mas aliada a uma estrat\u00e9gia global em que a empresa tem de direcionar neg\u00f3cios para onde s\u00e3o mais fortes, como os segmentos de picapes e SUVs, saindo de \u00e1reas onde n\u00e3o t\u00eam competitividade&#8221;, diz Flavio Padovan, s\u00f3cio da MRD Consulting, que j\u00e1 foi executivo na Ford e na Jaguar Land Rover.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outras mudan\u00e7as devem ocorrer mundo afora, e o Brasil pagou o pre\u00e7o de produzir s\u00f3 modelos compactos e menos lucrativos, enquanto a f\u00e1brica argentina produz a picape Ranger, plenamente inserida na nova estrat\u00e9gia da marca.<br \/>\n&#8220;\u00c9 um alinhamento global com uma situa\u00e7\u00e3o regional muito dif\u00edcil&#8221;, afirma Padovan.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das palavras mencionadas pelo especialista \u00e9 o mantra atual da Anfavea: competitividade. Moraes disse na semana passada que \u00e9 disso que a ind\u00fastria automotiva precisa, e n\u00e3o de benef\u00edcios fiscais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na verdade, a quest\u00e3o tribut\u00e1ria j\u00e1 est\u00e1 entre os entraves para o Brasil crescer no cen\u00e1rio global. A ind\u00fastria recebe valores vultosos de incentivos fiscais, mas \u00e9 tamb\u00e9m um dos setores mais tarifados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Exportamos tributos embutidos no pre\u00e7o: a cada US$ 100 exportados, US$ 12 s\u00e3o res\u00edduos tribut\u00e1rios&#8221;, diz Moraes.<br \/>\nEle cita estudo de 2019 da PwC que mostra ser 18% mais barato produzir um carro no M\u00e9xico, pa\u00eds que, nos \u00faltimos anos, recebeu v\u00e1rios investimentos que poderiam ter vindo ao Brasil, como a f\u00e1brica da sul-coreana Kia Motors.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Moraes diz que nada foi feito para resolver esse problema nos dois anos de governo Jair Bolsonaro (sem partido). O tema volta a ser discutido nas reuni\u00f5es realizadas quinzenalmente, que re\u00fanem representantes da ind\u00fastria e do Minist\u00e9rio da Economia. A esperan\u00e7a est\u00e1 mantida. &#8220;Parece que a ficha caiu&#8221;, diz Moraes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O clamor por competitividade tem rela\u00e7\u00e3o com a queda acentuada do mercado interno e o receio de que a recupera\u00e7\u00e3o demore mais a chegar. A perda de renda e a eleva\u00e7\u00e3o do desem- prego criam um cen\u00e1rio muito diferente do visto no melhor per\u00edodo do setor automotivo, nos anos de 2011, 2012 e 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Naquela \u00e9poca, a crise se abateu sobre os importadores, que foram sobretaxados em um movimento que resultou no programa Inovar-Auto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi um momento de troca: sa\u00edram as redu\u00e7\u00f5es do IPI e come\u00e7ou a vigorar um pacote de redu\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias baseado em produ\u00e7\u00e3o e pesquisa e desenvolvimento. Por\u00e9m, a sobretaxa gerou demiss\u00f5es entre importadores, que fecharam lojas \u2013o setor estima que 62 mil vagas tenham sido encerradas nos \u00faltimos dez anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro erro dos programas est\u00e1 na falta de propostas que tornem o setor mais competitivo globalmente, o que envolve log\u00edstica, redu\u00e7\u00e3o da burocracia e reforma tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sem avan\u00e7os, o lado mais cruel do atraso se manifesta nas demiss\u00f5es e nas remodela\u00e7\u00f5es globais dos neg\u00f3cios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marcelo Martini, gestor da divis\u00e3o automotiva da Fuchs, fabricante de lubrificantes, calcula que, al\u00e9m dos 5.000 trabalhadores demitidos no Brasil e na Argentina, o fechamento das f\u00e1bricas da Ford vai levar \u00e0 perda de 10 mil empregos indiretos a curto prazo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O impacto maior \u00e9 imediato, com a perda dos empregos. J\u00e1 o mercado em si vai acabar absorvendo, a m\u00e9dio prazo, o fim da produ\u00e7\u00e3o, com a migra\u00e7\u00e3o para outras marcas&#8221;, afirma Martini.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Vincent Baron, diretor operacional da Naxentia, especializada em gest\u00e3o empresarial, os sistemistas precisam melhorar seus processos para sobreviver.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Pensamos nos fornecedores como um segmento 100% focado em montadoras, mas j\u00e1 vemos empresas querendo se desdobrar em outras linhas. Algumas precisam se diversificar, at\u00e9 mesmo as de pequeno porte e startups. H\u00e1 op\u00e7\u00f5es de fus\u00e3o e aquisi\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, esses problemas n\u00e3o significam que o Brasil seja desinteressante enquanto mercado. As solu\u00e7\u00f5es locais ainda geram produtos rent\u00e1veis e eficientes em rela\u00e7\u00e3o a consumo e emiss\u00f5es. \u00c9 o caso de modelos flex de maior valor agregado, a exemplo dos utilit\u00e1rios compactos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses s\u00e3o os produtos que devem reinar na ind\u00fastria automotiva nacional nos pr\u00f3ximos anos, enquanto os importadores, principalmente de marcas premium, cada vez mais buscar\u00e3o trazer modelos h\u00edbridos e el\u00e9tricos, que recebem incentivos fiscais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O foco ser\u00e1 o mercado interno ainda por um bom tempo, e a produ\u00e7\u00e3o nacional pode ser fortalecida por meio das fus\u00f5es globais, como a que une agora os grupos FCA Fiat Chrysler e PSA Peugeot Citro\u00ebn.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uni\u00f5es como essa devem resultar em melhor aproveitamento da f\u00e1brica. A produ\u00e7\u00e3o de um modelo pode ser deslo- cada para outra unidade e at\u00e9 propiciar o retorno de uma marca \u00e0 linha por meio de par- ceria com outra marca com espa\u00e7o de sobra em sua planta. H\u00e1 muitos problemas, mas tam- b\u00e9m muitas possibilidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ranking<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores fabricantes<br \/>\n1- China<br \/>\n2- EUA<br \/>\n3- Jap\u00e3o<br \/>\n4- Alemanha<br \/>\n5- Coreia do Sul<br \/>\n6- M\u00e9xico<br \/>\n7- \u00cdndia<br \/>\n8- Espanha<br \/>\n9- Brasil<br \/>\n10 &#8211; Fran\u00e7a<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7\u00aa lugar<br \/>\nera a posi\u00e7\u00e3o do Brasil em 2013<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pa\u00edses com mais licenciamentos<br \/>\n1- China<br \/>\n2- EUA<br \/>\n3- Jap\u00e3o<br \/>\n4- Alemanha<br \/>\n5- \u00cdndia<br \/>\n6- Brasil<br \/>\n7- Fran\u00e7a<br \/>\n8- Reino Unido<br \/>\n9- It\u00e1lia<br \/>\n10- Canad\u00e1<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4\u00aa lugar<br \/>\nera a posi\u00e7\u00e3o do Brasil em 2013Fonte: Anfavea; dados preliminares de 2020<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/economia\/1768851\/fechamento-de-fabricas-da-ford-poe-em-duvida-futuro-do-setor-no-brasil\">Noticias ao Minutos<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De 2010 a 2014, montadoras no Brasil receberam entradas l\u00edquidas de capitais (diferen\u00e7a entre o que foi enviado para as sedes e o que foi recebido delas para alavancar opera\u00e7\u00f5es) que somam US$ 24 bilh\u00f5es BRAS\u00cdLIA, DF (FOLHAPRESS) &#8211; O an\u00fancio do fechamento das f\u00e1bricas da Ford no Brasil colocou d\u00favidas sobre o futuro da<a class=\"moretag\" href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2021\/01\/18\/fechamento-de-fabricas-da-ford-poe-em-duvida-futuro-do-setor-no-brasil\/\"> [&#8230;]<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":7509,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[10],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7505"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7505"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7505\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7511,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7505\/revisions\/7511"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7509"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7505"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7505"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7505"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}