{"id":7676,"date":"2021-02-09T11:20:39","date_gmt":"2021-02-09T11:20:39","guid":{"rendered":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/?p=7676"},"modified":"2021-02-09T11:22:54","modified_gmt":"2021-02-09T11:22:54","slug":"alta-dos-combustiveis-tera-forte-impacto-na-inflacao-apontam-economistas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2021\/02\/09\/alta-dos-combustiveis-tera-forte-impacto-na-inflacao-apontam-economistas\/","title":{"rendered":"Alta dos combust\u00edveis ter\u00e1 forte impacto na infla\u00e7\u00e3o, apontam economistas"},"content":{"rendered":"<h4 style=\"text-align: justify;\">Novo reajuste nos pre\u00e7os da gasolina, do \u00f3leo diesel e do g\u00e1s de cozinha nas refinarias anunciado pela Petrobras ter\u00e1 forte impacto nos \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o neste m\u00eas e em mar\u00e7o, segundo economistas. Estatal reafirma que segue cota\u00e7\u00f5es internacionais e a varia\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/alta-dos-combustiveis.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-7678\" src=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/alta-dos-combustiveis.jpg\" alt=\"\" width=\"682\" height=\"511\" srcset=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/alta-dos-combustiveis.jpg 682w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/alta-dos-combustiveis-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 682px) 100vw, 682px\" \/><\/a><\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Em meio \u00e0 press\u00e3o dos caminhoneiros e \u00e0 desconfian\u00e7a do mercado financeiro sobre interfer\u00eancia pol\u00edtica nas decis\u00f5es da Petrobras, a estatal anunciou ontem mais reajustes nos combust\u00edveis. A partir de hoje, o pre\u00e7o m\u00e9dio de venda da gasolina nas refinarias da petroleira ser\u00e1 de R$ 2,25, aumento m\u00e9dio de R$ 0,17 por litro, ou 8,17%. O valor do diesel passar\u00e1 para R$ 2,24, eleva\u00e7\u00e3o de R$ 0,13 por litro e alta de 6,16%. J\u00e1 o g\u00e1s de cozinha vai custar, para as distribuidoras, R$ 2,91 por quilo, (equivalente a R$ 37,79 por botij\u00e3o de 13kg), salto de R$ 0,14 por kg, um aumento de 5%. Os pre\u00e7os tendem a ser repassados para o consumidor. A decis\u00e3o ter\u00e1 <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/economia\/2021\/01\/4902843-previa-da-inflacao-de-janeiro-tem-a-maior-alta-desde-2016.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">impacto brutal na infla\u00e7\u00e3o<\/a>, estimam especialistas.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Segundo a estatal, os pre\u00e7os acompanham a cota\u00e7\u00e3o dos produtos no mercado internacional e a taxa de c\u00e2mbio. No entanto, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Importadoras de Combust\u00edveis (Abicom), alega que a estatal mant\u00e9m defasagem proposital para tirar competitividade da importa\u00e7\u00e3o dos produtos.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">O economista-chefe da Ativa Investimentos, \u00c9tore Sanchez, estimou que a gasolina pode subir mais 5%, justamente por conta da defasagem frente ao mercado internacional. \u201cSobre o impacto no IPCA (\u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo), tal magnitude de reajuste na refinaria afetaria as bombas apenas no terceiro dec\u00eandio de fevereiro, com grande parte do efeito na infla\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Para o economista-chefe da Necton, Andr\u00e9 Perfeito, s\u00f3 a alta anunciada ontem para a gasolina pode ter impacto de 0,40 ponto percentual no IPCA de fevereiro. Nos c\u00e1lculos de Renato Preyer Veloni, professor de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas do Ibmec, em tr\u00eas a seis meses, os reajustes do diesel, da gasolina e do g\u00e1s de cozinha, poder\u00e3o ter impacto de 1,5 ponto na infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Ontem pela manh\u00e3, em conversa com apoiadores, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que o novo reajuste dos combust\u00edveis iria \u201cgerar chiadeira, com raz\u00e3o\u201d. Mais tarde, reuniu-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir o problema e depois, em solenidade no Pal\u00e1cio do Planalto, voltou a comentar o assunto.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">\u201cJamais tabelaremos seja o que for. Jamais praticaremos qualquer interven\u00e7\u00e3o. O ideal \u00e9 o d\u00f3lar baixar. Mas baixa como? Com o parlamento colaborando na vota\u00e7\u00e3o de projetos que possam mostrar que temos responsabilidade. Com essa responsabilidade, o d\u00f3lar baixa quase automaticamente\u201d, apontou.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><strong>Mudan\u00e7as<\/strong><\/h4>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Na semana passada, Bolsonaro reuniu-se com v\u00e1rios ministros e o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e anunciou que o governo estuda um projeto de lei para diminuir o peso do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS) nos pre\u00e7os. Ontem, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que o projeto pode ser apresentado ainda nesta semana.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Na coletiva com Bolsonaro, Castello Branco assegurou que n\u00e3o h\u00e1 interfer\u00eancia do governo nos pre\u00e7os da Petrobras. Em nota, no entanto, a estatal admitiu uma mudan\u00e7a. \u201cNo primeiro semestre de 2020, dada a alta significativa da volatilidade de pre\u00e7os de combust\u00edveis, a Petrobras decidiu estender de trimestral para anual o per\u00edodo limite de apura\u00e7\u00e3o da aplica\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica de pre\u00e7os\u201d, informou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a estatal, a mudan\u00e7a n\u00e3o rompe o compromisso de alinhamento ao mercado internacional, embora em determinados trimestres os pre\u00e7os possam, eventualmente, ficar abaixo da paridade. (<strong>Colaborou Ingrid Soares<\/strong>)<\/p>\n<h4 class=\"materia-title\" style=\"text-align: justify;\">Energia pode subir 14,5% em 2021<\/h4>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Uma proje\u00e7\u00e3o feita pela TR Solu\u00e7\u00f5es, empresa de tecnologia aplicada ao setor el\u00e9trico, por meio do Servi\u00e7o para Estimativa de Tarifas de Energia (Sete), aponta que as tarifas residenciais de energia ter\u00e3o aumento m\u00e9dio de 14,5% em 2021. A maior eleva\u00e7\u00e3o ser\u00e1 no Centro-Oeste, de 21,2%, e a menor, no Sul, de 12,2%. O estudo considera dados de todas as 53 distribuidoras do pa\u00eds, al\u00e9m de sete permission\u00e1rias.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Distribuidores de Energia El\u00e9trica (Abradee), Marcos Madureira n\u00e3o confirmou o \u00edndice. O dirigente afirmou que haver\u00e1 aumento, e que estar\u00e3o inclu\u00eddos no reajuste R$ 3 bilh\u00f5es, que correspondem a um quinto do pagamento do empr\u00e9stimo feito no ano passado \u00e0s distribuidoras pela Conta-Covid, criada para evitar alta excessiva de pre\u00e7os ao consumidor. Madureira explicou, por\u00e9m, que n\u00e3o pode cravar um percentual porque cada distribuidora ter\u00e1 o c\u00e1lculo de reajuste avaliado pela Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel).<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">O maior aumento esperado pela TR Solu\u00e7\u00f5es \u00e9, justamente, no segmento de distribui\u00e7\u00e3o, com eleva\u00e7\u00e3o de 15,5%. \u201cEsse aumento do custo do servi\u00e7o de distribui\u00e7\u00e3o \u00e9 pressionado pelo IGP-M (\u00cdndice Geral de Pre\u00e7os \u2014 Mercado), que ficou em 23,14% no ano passado. Parte das distribuidoras tem suas receitas reajustadas pelo IGP-M e a outra parte pelo IPCA (\u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo), que fechou o ano em 4,52%.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">A compra de energia sofreu aumento de 9,5% em rela\u00e7\u00e3o a 2020. \u201cA maior parte dos custos financeiros que as empresas teriam repassado \u00e0s tarifas em 2020, em decorr\u00eancia da sobrecontrata\u00e7\u00e3o de energia e da queda do mercado, foi coberto pelo empr\u00e9stimo de R$ 15 bilh\u00f5es da Conta-Covid \u2014 e o pagamento dessa d\u00edvida, em cinco parcelas, come\u00e7a em 2021\u201d, explicou a TR Solu\u00e7\u00f5es. De acordo com a empresa, os custos associados ao servi\u00e7o de transmiss\u00e3o de energia tamb\u00e9m pesar\u00e3o no reajuste m\u00e9dio de 14,5%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/economia\/2021\/02\/4905504-alta-dos-combustiveis-tera-forte-impacto-na-inflacao-apontam-economistas.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Correio Braziliense<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novo reajuste nos pre\u00e7os da gasolina, do \u00f3leo diesel e do g\u00e1s de cozinha nas refinarias anunciado pela Petrobras ter\u00e1 forte impacto nos \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o neste m\u00eas e em mar\u00e7o, segundo economistas. 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