{"id":9478,"date":"2021-06-14T11:58:39","date_gmt":"2021-06-14T11:58:39","guid":{"rendered":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/?p=9478"},"modified":"2021-06-14T11:59:04","modified_gmt":"2021-06-14T11:59:04","slug":"alerta-na-economia-brasileira-inflacao-perto-de-7-pressiona-a-taxa-selic","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2021\/06\/14\/alerta-na-economia-brasileira-inflacao-perto-de-7-pressiona-a-taxa-selic\/","title":{"rendered":"Alerta na economia brasileira: infla\u00e7\u00e3o perto de 7% pressiona a taxa Selic"},"content":{"rendered":"<h4 style=\"text-align: justify;\">Os rumos da taxa b\u00e1sica de juros, que est\u00e1 em 3,50% ao ano, ser\u00e3o decididos nesta quarta-feira. Tudo indica que ir\u00e1 a 4,25, conforme preconizado pelo Copom. Com a infla\u00e7\u00e3o em disparada, contudo, analistas apostam que o BC ficar\u00e1 mais rigoroso<\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Alerta-na-economia.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-9479 alignnone\" src=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Alerta-na-economia.jpg\" alt=\"\" width=\"614\" height=\"581\" srcset=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Alerta-na-economia.jpg 614w, http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Alerta-na-economia-300x284.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 614px) 100vw, 614px\" \/><\/a><\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Na reuni\u00e3o do Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) desta semana, marcada para amanh\u00e3 e quarta-feira, o Banco Central dever\u00e1 elevar a taxa b\u00e1sica da economia (Selic), dos atuais 3,5% para 4,25%, conforme as previs\u00f5es do mercado e a pr\u00f3pria sinaliza\u00e7\u00e3o do BC. Contudo, com a disparada recente do \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) subindo 0,83% em maio \u2014 a maior taxa para o m\u00eas em 25 anos \u2014 as previs\u00f5es recentes admitem que a infla\u00e7\u00e3o oficial poder\u00e1 fechar o ano perto de 7%. Analistas ouvidos pelo Correio apostam que o BC ficar\u00e1 mais rigoroso e n\u00e3o interromper\u00e1 o ciclo de alta dos juros, iniciado em mar\u00e7o, como vinha prometendo.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">As previs\u00f5es para a infla\u00e7\u00e3o de 2022 tamb\u00e9m est\u00e3o sendo corrigidas para cima e ficam cada vez mais pr\u00f3ximas do teto de 5% do ano que vem. Resta saber como a institui\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria vai fazer esse comunicado para o mercado na semana que vem, pois o BC vinha insistindo na tese de que o choque de pre\u00e7os era tempor\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure class=\"Left\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"lazy\" title=\"-\" src=\"https:\/\/midias.correiobraziliense.com.br\/_midias\/jpg\/2021\/06\/14\/cats-6707169.jpg\" alt=\"-\" data-src=\"https:\/\/midias.correiobraziliense.com.br\/_midias\/jpg\/2021\/06\/14\/cats-6707169.jpg\" \/><figcaption class=\"mt-25 pl-40 lenged-with-icon photo\"><span class=\"h6 mt-0 d-block txt-no-serif txt-gray-base\">&#8211;<\/span> <small class=\"d-block txt-no-serif txt-gray-base\">(foto: -)<\/small><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Solange Srour, economista-chefe do Credit Suisse no Brasil, aposta que os integrantes do Copom devem abandonar o discurso de infla\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria e da estrat\u00e9gia de normaliza\u00e7\u00e3o parcial da taxa de juros, que vinha insistindo nas reuni\u00f5es anteriores. \u201cMas eles n\u00e3o devem mudar o discurso de imediato. Pode ser que passem a reconhecer que a normaliza\u00e7\u00e3o parcial n\u00e3o \u00e9 um compromisso\u201d, aposta ela que, desde mar\u00e7o, vinha apostando que a Selic encerrar\u00e1 o ano em 6,5%, no limite para a taxa de juros neutra prevista pelo mercado.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">\u201cA infla\u00e7\u00e3o est\u00e1 muito elevada devido \u00e0 in\u00e9rcia, provocada enquanto o discurso for esse de que os choques nos pre\u00e7os s\u00e3o tempor\u00e1rios. Cabe ao BC apresentar um cen\u00e1rio b\u00e1sico de que a pol\u00edtica monet\u00e1ria continuar\u00e1 estimulativa. Mas o IPCA de maio mais forte \u00e9 um n\u00famero que poder\u00e1 fazer com que o BC comece a mudar o discurso aos poucos, porque ele vai precisar se preocupar mais com a infla\u00e7\u00e3o do ano que vem. As estimativas j\u00e1 est\u00e3o subindo e encostando no teto da meta\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Pelas novas proje\u00e7\u00f5es do Credit Suisse, o IPCA dever\u00e1 encerrar o 2021 em 6,3%, passando para 4,5%, em 2022, com o PIB crescendo 5,5%, neste ano, e depois desacelerando para 2,5% no ano que vem. \u201cParece que o BC est\u00e1 mais propenso em manter uma pol\u00edtica estimulativa neste ano, mas, diante da alta da infla\u00e7\u00e3o, mant\u00ea-la ser\u00e1 mais desafiador\u201d, afirma Solange Srour. Segundo ela, os riscos da infla\u00e7\u00e3o em 2022 permanecem elevados em fun\u00e7\u00e3o da in\u00e9rcia e da prov\u00e1vel alta dos pre\u00e7os de energia que dever\u00e3o continuar l\u00e1 em cima por conta da crise h\u00eddrica.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">A analista ainda alerta para outros riscos que n\u00e3o podem ser ignorados, como uma terceira onda da pandemia. \u201cO n\u00famero di\u00e1rio de casos e interna\u00e7\u00f5es manteve-se elevado no pa\u00eds, enquanto a mobilidade social segue uma tend\u00eancia de alta que pode desencadear outra onda de infec\u00e7\u00f5es, como ocorreu no Chile, onde o percentual da popula\u00e7\u00e3o vacinada ainda n\u00e3o foi suficiente para aliviar a pandemia\u201d, destaca. \u201cApesar de o risco de uma terceira onda de infec\u00e7\u00f5es ser elevado, acreditamos que seu impacto sobre a atividade econ\u00f4mica seria m\u00ednimo, e que o efeito mais negativo poderia cair nas contas p\u00fablicas como resultado de maiores benef\u00edcios sociais e incentivos setoriais\u201d, completa.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><strong>Futuro da meta<\/strong><\/h4>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor do Banco Central e CEO s\u00f3cio da gestora de recursos Mau\u00e1 Capital, tamb\u00e9m reconhece que a infla\u00e7\u00e3o est\u00e1 incomodando mais do que o esperado e lembra que ela continua sendo mais pressionada por press\u00f5es vindas do exterior, via commodities e petr\u00f3leo, \u201cal\u00e9m do choque adicional da energia, resultado da maior seca desde 1980\u201d. Para ele, a institui\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria deu sinais de que est\u00e1 preocupada com os riscos de a infla\u00e7\u00e3o alta n\u00e3o ser tempor\u00e1ria.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">\u201cO BC est\u00e1 elevando os juros em ritmo acelerado de 0,75 ponto para se aproximar da taxa de juros neutra e controlar esse cen\u00e1rio de infla\u00e7\u00e3o mais alta\u201d, afirma. Pelas estimativas dele, o IPCA dever\u00e1 encerrar o ano em 6%. \u201cO Banco Central dever\u00e1 continuar o aperto monet\u00e1rio, a d\u00favida \u00e9 se ele vai de uma vez ou vai dar uma parada t\u00e9cnica, como vem sinalizando\u201d, destaca Luiz Fernando Figueiredo, que prev\u00ea a Selic encerrando o ano entre 6% e 6,25%.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Na avalia\u00e7\u00e3o da economista Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV Ibre), para n\u00e3o ter que continuar elevando a Selic no ano que vem diante desse cen\u00e1rio de infla\u00e7\u00e3o cada vez mais elevada, o governo poder\u00e1 partir para a mudan\u00e7a da meta de infla\u00e7\u00e3o de 2022 para evitar o risco de estourar o teto por dois anos consecutivos, algo que nunca ocorreu desde 2002 e 2003. \u201cAcho que vai ser a forma de o governo evitar uma alta mais forte nos juros e buscar conviver com uma infla\u00e7\u00e3o mais alta e todos os seus riscos\u201d, avalia.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">A meta de infla\u00e7\u00e3o deste ano \u00e9 de 3,75%, com teto de 5,25%. Mas esse objetivo vem seguindo uma curva descendente desde 2019, passando para 3,5% no ano de 2022, com teto de 5%. \u201cOs choques de pre\u00e7os s\u00e3o mais permanentes e podem aumentar quando o setor de servi\u00e7os come\u00e7ar a se recuperar devido aos repasses de custos que ser\u00e3o inevit\u00e1veis e dever\u00e1 pressionar o IPCA, que, pela nova metodologia, \u00e9 mais impactado por servi\u00e7os prestados \u00e0s fam\u00edlias do que por alimenta\u00e7\u00e3o\u201d, afirma. \u201cEssa infla\u00e7\u00e3o mais alta est\u00e1 contaminando o regime de metas e a &#8216;prova do pudim&#8217; do governo ser\u00e1 fazer a economia crescer e manter a infla\u00e7\u00e3o dentro da meta\u201d, complementa a economista do Ibre.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Silvia Matos destaca ainda que o choque de infla\u00e7\u00e3o recente \u00e9 preocupante, especialmente porque a alta dos pre\u00e7os dos itens n\u00e3o est\u00e1 relacionada diretamente com o setor de servi\u00e7os. E, portanto, quando houver uma onda de reajustes desse setor \u2014 que ainda n\u00e3o recuperou o patamar pr\u00e9-pandemia \u2014, as press\u00f5es inflacion\u00e1rias n\u00e3o devem arrefecer t\u00e3o facilmente.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">O economista-chefe da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC), por sua vez, alerta para os riscos da atividade com juros mais elevados. \u201cO crescimento econ\u00f4mico deste ano est\u00e1 contratado, o que \u00e9 bom para o governo. Mas a infla\u00e7\u00e3o mais alta vai fazer o Banco Central aumentar a Selic, que pode chegar a 6% neste ano, e isso poder\u00e1 criar um problema para o crescimento da economia no ano que vem\u201d, afirma o ex-diretor do BC.<\/p>\n<div class=\"materia-title\" style=\"text-align: justify;\">\n<h4>Quest\u00e3o fiscal preocupa<\/h4>\n<\/div>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Um consenso entre os especialistas \u00e9 de que o Brasil n\u00e3o pode se dar ao luxo de conviver com pre\u00e7os em forte alta, dado o hist\u00f3rico de hiperinfla\u00e7\u00e3o da d\u00e9cada de 1980 e o quadro fiscal ainda muito fr\u00e1gil. As contas do governo federal est\u00e3o no vermelho desde 2014 e a d\u00edvida p\u00fablica bruta do pa\u00eds \u00e9 muito elevada se comparada com a m\u00e9dia de pa\u00edses emergentes \u2014 de 60% do Produto Interno Bruto (PIB).<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Luis Ot\u00e1vio de Souza Leal, economista-chefe do Banco Alfa, avalia que, se tudo correr bem, \u201ca sensa\u00e7\u00e3o de crescimento com a reabertura da economia vai acontecer ao mesmo tempo em que a infla\u00e7\u00e3o vai estar em desacelera\u00e7\u00e3o\u201d. \u201cBasta ver se o governo vai saber capitalizar isso\u201d, frisa. Ele, contudo, tamb\u00e9m demonstra preocupa\u00e7\u00e3o com a quest\u00e3o fiscal, j\u00e1 que o presidente Jair Bolsonaro poder\u00e1 gastar mais no ano que vem. \u201cTudo vai depender de onde ele vai gastar mais. Se for com obras, que \u00e9 gasto discricion\u00e1rio, n\u00e3o tem problema ou mesmo com um Bolsa Fam\u00edlia turbinado, porque \u00e9 h\u00edbrido. O problema \u00e9 se for com aumentos de sal\u00e1rios que s\u00e3o gastos obrigat\u00f3rios\u201d.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Caso o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 8,5% no acumulado em 12 meses at\u00e9 junho deste ano, como prev\u00ea o Credit Suisse, o limite para as despesas sujeitas ao teto gastos de 2022 ter\u00e1 um aumento de R$ 126 bilh\u00f5es, passando dos atuais R$ 1,485 trilh\u00e3o para R$ 1,611 trilh\u00e3o.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><strong>Margem extra<\/strong><\/h4>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">No entanto, analistas lembram que o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC), que mede a infla\u00e7\u00e3o para os mais pobres e que corrige o sal\u00e1rio m\u00ednimo pago pelas aposentadorias, poder\u00e1 ficar em torno de 8%, bem acima das estimativas anteriores, de 5% a 5,5%. \u201cCom isso, a margem extra para o governo poder gastar mais no ano que vem, devido ao teto de gastos maior, n\u00e3o ser\u00e1 t\u00e3o grande quanto se espera inicialmente\u201d, alerta Silvia Matos, pesquisadora s\u00eanior e coordenadora do Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV Ibre).<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Na avalia\u00e7\u00e3o da economista do Ibre, a margem do governo para gastar mais com as despesas dentro do teto no ano que vem dever\u00e1 ser menor do que os R$ 40 bilh\u00f5es a R$ 50 bilh\u00f5es que vinham sendo estimados inicialmente. Ela ainda demonstra preocupa\u00e7\u00e3o com o fato de que h\u00e1 um afrouxamento nas preocupa\u00e7\u00f5es do mercado e de parlamentares em rela\u00e7\u00e3o aos riscos fiscais neste ano com a possibilidade de queda da d\u00edvida bruta para 85% do PIB. Al\u00e9m disso, alerta para os riscos de um espa\u00e7o do teto para o governo poder gastar mais no ano que vem. \u201cOs pol\u00edticos v\u00e3o querer fazer o governo gastar mais com a chance de o aumento do teto ser maior em pleno ano eleitoral. Mas o deficit continua elevado e parece que todo mundo esqueceu que as contas p\u00fablicas est\u00e3o no vermelho desde 2014 e que \u00e9 preciso que o governo volte a fazer superavit prim\u00e1rio\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/economia\/2021\/06\/4930987-alerta-na-economia-brasileira-inflacao-perto-de-7--pressiona-a-taxa-selic.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Correio Braziliense<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os rumos da taxa b\u00e1sica de juros, que est\u00e1 em 3,50% ao ano, ser\u00e3o decididos nesta quarta-feira. Tudo indica que ir\u00e1 a 4,25, conforme preconizado pelo Copom. Com a infla\u00e7\u00e3o em disparada, contudo, analistas apostam que o BC ficar\u00e1 mais rigoroso Na reuni\u00e3o do Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) desta semana, marcada para amanh\u00e3 e<a class=\"moretag\" href=\"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/2021\/06\/14\/alerta-na-economia-brasileira-inflacao-perto-de-7-pressiona-a-taxa-selic\/\"> [&#8230;]<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":9479,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9478"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9478"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9478\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9482,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9478\/revisions\/9482"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9479"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9478"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9478"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindiquimicabr.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9478"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}